Um país com milhares de pequenos ditadores

Blog da Milly

Há dois mil anos o dramaturgo romano Terêncio escreveu “Sou homem; nada do que é humano me é alheio”, uma dessas frases que provocam porque carregam forte conteúdo moral sem cair na tentação de ser moralista.

No Brasil de Sergio Moro a frase de Terêncio não faz mais o menor sentido, mas uma outra parece fazer: “Problemas inéditos merecem soluções inéditas”, declaração tão absurda que poderia ter sido usada pelos idealizadores do nazismo para justificar todo o tipo de barbárie que eles estavam prestes cometer.

Ao dizer que problemas inéditos merecem soluções inéditas, como disse a Corte Especial do Tribunal Regional Federal da 4º Região que recentemente julgou Moro por supostos abusos e ilegalidades cometidos durante a Lava Jato, fica estabelecido primeiro que, sim, Moro está agindo fora da lei; e, depois, que ele, dado o ineditismo do problema, pode agir como bem entender, transformando-se numa versão moderna do todo-poderoso que…

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