O fast-food filosófico dos simpósios de produção instantânea: Hegel e a impaciência do conceito

LavraPalavra

Por Douglas Rodrigues Barros

No presente artigo, apresentado na Semana de Orientação Filosófica e Acadêmica (SoFIA 2016) da UNIFESP, o autor aborda como os simpósios e eventos acadêmicos em geral se tornaram em uma espécie de “fast-food”, desnutridos de debates aprofundados e de compromisso com a construção do conhecimento. Sob a luz de Hegel, Zizek e Adorno, o autor tece uma vigorosa e aprofundada crítica ao modelo atual no qual as “universidades começam a funcionar como empresas lucrativas submetendo estudantes a uma produtividade vazia de sentido”.


Dado o curtíssimo espaço de tempo dessa exposição, não resta outra coisa senão a provocação: Ariano Suassuna em uma de suas palestras dizia algo verdadeiramente sábio. Ele dizia, mais ou menos, o seguinte: “Eu gosto da mentira, porque sou escritor. No Brasil a mentira resolve problemas insolúveis do nosso trato social, por exemplo; quando chamamos alguém para ir na nossa casa e a pessoa…

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